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sábado, 20 de junho de 2009

A oxitocina e o amor

“A ocitocina ou oxitocina é uma hormônio produzida pelo hipotalamo e armazenada na hipófise posterior (neuro-hipófise), e tem a função de promover as contrações uterinas durante o parto e a ejeção do leite durante a amamentação. Ela ajuda as pessoas a ficarem juntas por muito tempo. Também é um hormônio ligado ao que as pessoas sentem ao, por exemplo, abraçar seu parceiro de longa data.

Vários especialistas a denominam hormônio do amor.”- Wikipedia.


“Mas que absurdo! O amor é a porra de um hormônio?”, você deve estar pensando.

Tecnicamente falando, sim.


Mas andei pensando sobre isso, e tem uma coisinha que pode ser a diferença entre o “amor hormonal” e o “amor verdadeiro”.


Dia desses, fiz o meu melhor amigo prometer uma coisa que é boa pra ele, mas ruim pra mim. E não é a primeira vez q faço isso... Se ele puxar um pouco pela memória ele vai se lembrar de outra... =P

Será que os meus hormônios gostam de me ver sofrer? Acho que não...

A questão é que eu quero tão bem a ele que não me importo de sofrer, se em contrapartida, o meu melhor amigo estiver feliz.

O mesmo vale para minha família. Não me importaria de sofrer para vê-los felizes.


Agora pergunto a vocês.

E aviso de antemão que a resposta pode não ser lá tão agradável...


Vocês seriam capazes de passar por um sofrimento para ver alguém que vocês amam felizes?

Você seria capaz de abandonar seu melhor amigo, e/ou sua(seu) namorada(o) se soubesse que isso os faria felizes?

Você suportaria ver a sua(seu) amada(o) com outra pessoa, mas estando ela(ele) feliz?


Se a resposta for sim, CONGRATULATIONS! Você realmente ama essa pessoa com toda a força da sua alma (e não do corpo)!

Caso contrário, eu lamento lhe dizer, mas seu “amor” é fruto de hormônios, e tudo que você quer é a posse dessa pessoa.

Afinal de contas, amar é querer bem! ;)


Cheers!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

A arte de amar

É dificil de entender
Mais dificil ainda é explicar
Olhar para uma pessoa
E o coração parte a disparar
Se aproximar da pessoa
E as pernas se poem a fraquejar
Se der um abraço, sentir o calor
A cabeça começa a rodar
Depois de tudo vem um beijo
Meu Deus, me falta o ar
Quem ama sabe do que eu falo
Mas vai explicar...

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Espera

Ao nascer do sol, me levantei e fui até o terraço. Assisti aos raios de luz tocando a terra, as arvores e a água. Respirei fundo, sentindo o cheiro frio do amanhecer. Fui até o banheiro e lavei o rosto, encarei o espelho e vi um homem, sua expressão era vazia, como se lhe faltasse algo.

Voltei ao terraço e saí para andar pela propriedade. Lembrando em cada canto, lembranças de uma vida que nem parecia ter sido minha, como se eu visse um filme de outra vida, de outra pessoa. Continuei andando até chegar numa arvore solitária em cima de um pequeno morro, que me oferecia sombra em troca de minha companhia. Sentei em seu pé e encostei-me em seu tronco, com a casca ainda fria da madrugada solitária.

Fechei os olhos e deixei o tempo passar. O vento batia em mim, alisando meu rosto, aliviando minha dor, me fazendo resistir à espera, a espera pela peça que talvez me completasse. À sombra da arvore, esperei todo o dia, esperei o meu amor, que me abraçaria e me completaria, fazendo daquelas lembranças, uma verdade.

Quem será o meu amor? Onde ela se esconde?

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Almas Gêmeas

Sei que você está por aí, em algum lugar deste louco mundo. Sentindo o mesmo que eu, sentindo um grande vazio, sentindo-se incompleta.


Sei que você está por aí, me procurando mesmo sem saber quem sou. Mesmo sem sabem como sou, mas cheia de esperanças de que um dia possa me encontrar.


Estou me sentindo só, mesmo com várias pessoas à minha volta, pois a pessoa mais importante não está aqui. Porque você não está aqui e sem você sempre estou só.


Todos os dias saio à sua procura. Olho em cada praça, em cada casa, em cada carro na rua. Sempre na esperança de poder te encontrar.


Mal vejo a hora de lhe encontrar, de olhar nos seus olhos e ter certeza de que você é aquela que tanto busquei. Ter certeza que com você serei feliz.


Mal vejo a hora de ter você comigo, de lhe fazer carinho, de lhe fazer um cafuné e de lhe fazer sorrir. Mal vejo a hora de lhe dizer o quanto é bom estar com você.


Saiba que sempre estarei aqui, de coração aberto, pronto para lhe amar até o fim de minha vida.


Beijos


Ass: Sua Alma Gêmea.


sábado, 14 de março de 2009

Tipos de amor...

Como sou um cara muito científico, sempre que penso em amores, eu acabo tentando classificar cada tipo de amor e arranjar uma explicação para os mesmos... Explicá-los é impossível, mas depois de muita indagação, cheguei a seguinte conclusão:


Existem basicamente três tipos de amores:

O primeiro é o amor familiar, que pode se dividir entre amor paterno, materno, fraterno, etc... (um dia escrevo sobre cada subdivisão desse tipo...).

É o mais comum dos amores, pois quase todas as pessoas do mundo possuem algum familiar, ou alguém que exerce esse papel. Caracteriza-se por ser eterno, por ser o mais tolerante, pois não importa o que você faça, sua família sempre te amará. É também o único amor que não se conquista, ele simplesmente existe desde o momento em que nasceu. Por essas características, é o que menos damos valor...


O segundo é o amor que se sente por alguém do outro sexo (ou não), é o “amor propriamente dito”.

Quase todas as pessoas vivenciam esse amor pelo menos uma vez na vida.

Não é eterno, é na verdade o mais frágil, pois precisa ser cultivado para existir, mas é ao mesmo tempo o mais poderoso, já que esse amor é capaz de mover montanhas.


O terceiro é o amor que se sente por um amigo.

É o mais raro de todos, e por isso, o menos louvado em poesias e canções. As pessoas crêem que conhecem esse tipo, mas apenas 10% da população mundial vivencia ou vivenciou esse amor em algum momento da sua vida. Um amigo verdadeiro é anda mais raro do que se pensa...

Pode-se dizer que é uma mistura entre o “familiar” e o “propriamente dito”, pois é forte, difícil de morrer, semelhante ao familiar, e quase tão poderoso quanto o segundo tipo.


Feliz é aquele que é capaz de vivenciar todos os três tipos...

Infeliz é aquele que sequer conhece pelo menos um dos tipos...


“Não ser amado é falta de sorte, mas não amar é a própria infelicidade.” (Albert Camus)

quarta-feira, 11 de março de 2009

Prazer de Aluguel

Interessante...
Ontem nem nos conhecíamos.
Hoje estamos sob o mesmo teto.
Sobre a mesma cama.
Dividindo o mesmo lençol.

Saciados de prazer.
Sedentos de paixão.
Tão próximos na carne.
Tão distantes no coração.
Sinto um grande vazio.
Nem sei o seu nome.

Acabou!
Nos vestimos.
Pago o seu dinheiro e ela se vai.