domingo, 28 de junho de 2009

Pra descontrair...

Depois dos últimos post exageradamente sérios (e até deprês), postando mais essa piada q achei na internerd.
Enjoy! ;)

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O Inteligente e o Burro

O inteligente e o burro estão fazendo uma brincadeira, cujas regras são: cada um faz perguntas ao outro, se o burro não sabe a resposta, ele paga 1 real ao outro, se é o inteligente que não sabe a resposta ele paga 100 reais porque ele é mais inteligente, e assim parece justo. O inteligente começa:

- O que é que tem quatro patas e mia?
- Não sei. Toma 1 real.
- O que é que tem 4 patas e late?
- Não sei. Toma 1 real.
- Faz uma pergunta você – pede o inteligente.
- Tá bom! O que é que tem oito patas de manhã e quatro de tarde?

O inteligente pensa, pensa, pensa, mas depois de uma hora sem achar a resposta, tem que desistir:

- Não sei, toma cem reais. O que é, hein?
- Não sei, toma um real.

sábado, 20 de junho de 2009

A oxitocina e o amor

“A ocitocina ou oxitocina é uma hormônio produzida pelo hipotalamo e armazenada na hipófise posterior (neuro-hipófise), e tem a função de promover as contrações uterinas durante o parto e a ejeção do leite durante a amamentação. Ela ajuda as pessoas a ficarem juntas por muito tempo. Também é um hormônio ligado ao que as pessoas sentem ao, por exemplo, abraçar seu parceiro de longa data.

Vários especialistas a denominam hormônio do amor.”- Wikipedia.


“Mas que absurdo! O amor é a porra de um hormônio?”, você deve estar pensando.

Tecnicamente falando, sim.


Mas andei pensando sobre isso, e tem uma coisinha que pode ser a diferença entre o “amor hormonal” e o “amor verdadeiro”.


Dia desses, fiz o meu melhor amigo prometer uma coisa que é boa pra ele, mas ruim pra mim. E não é a primeira vez q faço isso... Se ele puxar um pouco pela memória ele vai se lembrar de outra... =P

Será que os meus hormônios gostam de me ver sofrer? Acho que não...

A questão é que eu quero tão bem a ele que não me importo de sofrer, se em contrapartida, o meu melhor amigo estiver feliz.

O mesmo vale para minha família. Não me importaria de sofrer para vê-los felizes.


Agora pergunto a vocês.

E aviso de antemão que a resposta pode não ser lá tão agradável...


Vocês seriam capazes de passar por um sofrimento para ver alguém que vocês amam felizes?

Você seria capaz de abandonar seu melhor amigo, e/ou sua(seu) namorada(o) se soubesse que isso os faria felizes?

Você suportaria ver a sua(seu) amada(o) com outra pessoa, mas estando ela(ele) feliz?


Se a resposta for sim, CONGRATULATIONS! Você realmente ama essa pessoa com toda a força da sua alma (e não do corpo)!

Caso contrário, eu lamento lhe dizer, mas seu “amor” é fruto de hormônios, e tudo que você quer é a posse dessa pessoa.

Afinal de contas, amar é querer bem! ;)


Cheers!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Mais um dia...

Acordo cedo. Sem aula na faculdade hoje... Aliás, tem uma prova, mas não vou fazê-la. Pego as chaves do carro, e saio por aí, dirigindo à toa, sem direção, procurando por uma vida, onde eu seja o protagonista, e não o coadjuvante.


Dirijo rápido, mas com cuidado, depois de tudo...


Absorto em pensamentos, escutando uma boa música, até chegar em Boa Viagem. Que ventos que me trazem pra cá?


Estaciono o carro, e saio andando pela praia. A onda me atinge, e sinto ela levar embora a areia embaixo dos pés. Uma onda, que vai e volta...


Sinto a brisa refrescante bater no meu rosto, e a água nos meus pés. Prazer. É o que sinto. Sento no banco, e observo o vai-e-vem das pessoas. Conta-se nos dedos as que passam sorrindo... “Que mundo triste”, é o que penso...


Volto então para casa, para o tedioso lar doce lar, onde eu sou obrigado a me lembrar dos problemas, onde nenhum vento é capaz de me refrescar, onde não encontro ninguém para cantar-me uma canção...


Mas depois de toda essa jornada, a minha vida ainda está por aí, e eu hei de encontrá-la... Um dia... No que, ao acordar, parecerá apenas mais um dia...

A arte de amar

É dificil de entender
Mais dificil ainda é explicar
Olhar para uma pessoa
E o coração parte a disparar
Se aproximar da pessoa
E as pernas se poem a fraquejar
Se der um abraço, sentir o calor
A cabeça começa a rodar
Depois de tudo vem um beijo
Meu Deus, me falta o ar
Quem ama sabe do que eu falo
Mas vai explicar...

Futuro

Eu queria poder
Ir até a praia
Num dia de sol
Ou mesmo nublado
Sentar numa pedra
E esperar
Somente esperar
Deixar o tempo passar

Deixar o tempo passar
Pra poder espiar
Os pequenos detalhes
Da vida futura
Detalhes da minha vida
Minha vida futura
Só para fortalecer
A certeza que já tenho
De que estou fazendo o certo
O certo para minha vida
E da minha vida para os outros

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Inspiração profunda...

Isso, puxa o ar pela boca, devagarinho! Enche bem os pulmões, até não aguentar!

Pronto! Isso é o que podemos chamar de inspiração profunda!!!


Depois de 56 dias sem escrever nada, voltei!
Pra alegria de alguns, tristeza de outros e indiferença de muitos, voltei!
Talvez alguns tenham sentido a minha falta, Outros, porém, talvez nunca tenham, sequer, notado a minha presença por aqui. Mas não me importo. Apenas voltei!

Foram quase dois meses ausente. Dois meses de encontros, desencontros, reencontros, alegrias, tristezas, mudança de casa, confusões, decepções, indecisões e, principalmente, decisões. Neste tempo, tive muitos assuntos, e até motivos, para escrever. Mas não consegui.

Não consegui escrever nada! Como tão pouco consigo escrever algo de produtivo neste momento. Bem que eu tentei. Passei, por inúmeras vezes, horas encarando meu caderno, mordendo minha caneta, agoniado. Escrevia, apagava, escrevia novamente e, por fim, desistia!

Que chato! Isso deve ser o que vós, meus poucos leitores, deveis estar pensando sobre este texto. Concordo convosco! Mas muito mais chato foi ter perdido a minha (pouca) inspiração. Fiquei angustiado, de verdade, por não conseguir transmitir-vos meus sentimentos. Por não conseguir dividir minhas emoções que, confesso, foram muitas!

- Ora pois! E porque diabos não escreveste, gágio!? - Devem estar se perguntando meus leitores mais assíduos do além mar.

Pois agora, vos respondo, sem muitas delongas. Pra acabar de vez com a vossa curiosidade e, para o vosso alívio, terminar logo com esta porcaria de texto...
O que me faltou foi a danada da inspiração, meus queridos! Bem que eu procurei, mas por esses dias não está nada fácil encontrá-la.

Então resolvi vir até vós, depois de uma inspiração (bastante) profunda, dividir minha angústia.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Pensamentos

Pensamentos assassinos


Pensamentos que queimam

Pensamentos que ardem

Ardem por dentro

Queimam a mente

Matam o corpo


Impossível evitá-los

Simplesmente surgem

E machucam

Machucam a alma

Machucam o ser


Pensamentos alcoólicos

Dor queimando o corpo

Incendeiam ainda mais

O fogo que te queima

Matando aos poucos


Pensamentos assassinos

Matam por dentro

Até chegar no coração

Você se perde em pensamentos

Pensamentos assassinos


Pensamentos que queimam

...

E é como uma bola de neve

Que te esmaga

E te mata...

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Ei, você aí!

É! Você mesmo! Que está lendo esse blog nesse exato momento.
O que você fez hoje?

Chegou pra alguém que você ama, e disse “eu te amo”?
Não? Então faça!
Abraçou alguém que você preza muito?
Não? E o que está esperando?1

Aproveite! A vida é curta!

Corra!
Pule!
Brinque!
Jogue!

Fale!
Converse!
Grite!
Discuta!

Beije!
Abrace!
Namore!
Faça sexo!
Muito sexo!

Chore!
Sorria!
Sorria muito!

Carpe Diem.
Aproveite enquanto há tempo!
Ou você vai se arrepender...

Experiência própria...

terça-feira, 26 de maio de 2009

A Cloudy Day

What a cloudy day

What a dark time...

“Shine on”, you say...

“How?”, I ask...


In such dark times

It feels impossible

To change, to shine...

Nobody can understand...


What a cloudy weather

What a dark time...

“Rise”, you say...

“It’s hard”, I answer...


But please, don’t cry...

I won’t give up...

You give me strenght

For you, I’ll keep trying...


What an ugly day

What a dark time...

I don’t know what to do

Could you hug me, please?


Tradução:


Um dia nublado...


Que dia nublado

Que tempo escuro...

“Brilhe”, você diz...

“Como?”, eu pergunto...


Nesses tempos negros

Parece ser impossível

Mudar, brilhar

Ninguém pode entender...


Que tempo nebuloso

Que tempo escuro...

“Levante-se”, você diz...

“É difícil”, eu respondo...


Mas por favor, não chore

Não vou desistir

Você me dá forças

Por você, continuarei tentando...


Que dia feio

Que tempo escuro...

Eu não sei mais o que fazer

Você poderia me abraçar, por favor?


Ps: Escrevi esse poema algumas semanas atrás, mas só me lembrei de postar ele agora...

domingo, 24 de maio de 2009

A bar called Life

“What do you want sir?”

A long, warm hug, please

“You can’t have this, sir

You must deserve it first...”


“What will be then, sir?”

How about a glass of love, friend?

“You have to accumulate

A thousand points for this, sir...”


“So, choose well, my friend...”

Ok then, give me a bottle of care.

“I’m terribly sorry sir,

But you can’t have this either.”


What the fuck can I have in this shit?

“Nothing... my lord, cause...


In this bar called Life

You can’t have anything.

Unless you deserve it...

And you don’t... sir...


In this shit bar called Life,

You won’t have anything

Beacause you don’t deserve..

You’re more shit than this bar


Look at you, my lord....

What have you done so far?

Stayed home, watching the rain fall?

You’ve just grown older... and colder...


What have you gained, sir?

Nothing, as I can see...

Trought the window of your bedroom

Life moved on... And you stayed behind...


Beacause of this, sir,

In this bar called Life,

You can’t have a hug, or love, or care...

You don’t deserve to be here


Get out...”


Tradução


Um bar chamado Vida


“O que você quer, senhor?”.

Um abraço longo e quente, por favor.

“Você não pode ter isso, senhor

Você precisa merecer primeiro...”


“O que vai ser então, senhor?”

Que tal um copo de amor, amigo?

“Você tem que acumular

mil pontos pra isso, senhor.


“Então, escolha bem, meu amigo”

Okay então, me dê uma garrafa de carinho

“Eu sinto muito, senhor

Mas você não pode ter isso também...”


E que merda eu posso ter nessa porcaria?

“Nada, meu senhor, pois...


Nesse bar chamado Vida,

Você não pode ter nada

A não ser que mereça...

E você não merece, senhor...


Nessa merda de bar chamado Vida,

Você não terá nada

Pois você não merece.

Você é mais merda do que esse bar...


Olhe pra você, meu senhor...

O que você fez até agora?

Ficou em casa, olhando a chuva?

Você só ficou mais velho... Mais frio...


O que você ganhou?

Nada, dá pra ver...

Pela janela do seu quarto

A vida seguiu em frente, e você ficou pra trás...


Por causa disso,

Nesse bar chamado vida

Você não terá um abraço, ou amor, ou carinho

Você não merece estar aqui...


Caia fora...”


Ps: Foi mal pelo post gigantesco... escrevi isso aí em inglês, mas tinha q postar a tradução né...

Pps: Interessante como é melhor pensar em inglês do q em português... :P