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sábado, 14 de março de 2009

Tipos de amor...

Como sou um cara muito científico, sempre que penso em amores, eu acabo tentando classificar cada tipo de amor e arranjar uma explicação para os mesmos... Explicá-los é impossível, mas depois de muita indagação, cheguei a seguinte conclusão:


Existem basicamente três tipos de amores:

O primeiro é o amor familiar, que pode se dividir entre amor paterno, materno, fraterno, etc... (um dia escrevo sobre cada subdivisão desse tipo...).

É o mais comum dos amores, pois quase todas as pessoas do mundo possuem algum familiar, ou alguém que exerce esse papel. Caracteriza-se por ser eterno, por ser o mais tolerante, pois não importa o que você faça, sua família sempre te amará. É também o único amor que não se conquista, ele simplesmente existe desde o momento em que nasceu. Por essas características, é o que menos damos valor...


O segundo é o amor que se sente por alguém do outro sexo (ou não), é o “amor propriamente dito”.

Quase todas as pessoas vivenciam esse amor pelo menos uma vez na vida.

Não é eterno, é na verdade o mais frágil, pois precisa ser cultivado para existir, mas é ao mesmo tempo o mais poderoso, já que esse amor é capaz de mover montanhas.


O terceiro é o amor que se sente por um amigo.

É o mais raro de todos, e por isso, o menos louvado em poesias e canções. As pessoas crêem que conhecem esse tipo, mas apenas 10% da população mundial vivencia ou vivenciou esse amor em algum momento da sua vida. Um amigo verdadeiro é anda mais raro do que se pensa...

Pode-se dizer que é uma mistura entre o “familiar” e o “propriamente dito”, pois é forte, difícil de morrer, semelhante ao familiar, e quase tão poderoso quanto o segundo tipo.


Feliz é aquele que é capaz de vivenciar todos os três tipos...

Infeliz é aquele que sequer conhece pelo menos um dos tipos...


Não ser amado é falta de sorte, mas não amar é a própria infelicidade.” (Albert Camus)